28 maio 2012

Verdadeira Igreja Apostólica

"E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos ‎com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar." Atos 2:42-47 

Isso sim é igreja apostólica. Nada de "novas doutrinas", cantores famosos ou celebridades na igreja. Não faltava temor, nem comunhão, os cristãos tinham tudo em comum. Não havia "apelação" nem constrangimento para que o povo ofertasse na igreja, estavam todos tão avivados que vendiam suas casas e davam tudo para a igreja, mas ninguém era forçado a fazer isso, entendiam que Deus ama quem dá com alegria. Não havia um apóstolo que queria ser mais do que o outro, nem um presbítero disputando cargo com outro. Os apóstolos não tomavam decisões sozinhos, quando houve um problema grave na igreja, os líderes da igreja se reuniram, oraram e sob a direção do Espírito Santo tomaram uma decisão, prestando contas para todas as igrejas. Além disso, a bíblia diz que eles caíam na graça de todo o povo. Não precisavam ir na televisão, fazer um "showsinho", ter um programa de TV para dar um bom testemunho e conquistar o coração das pessoas ao seu redor, eles simplesmente pregavam a palavra de Deus e a viviam todos os dias.Hoje em dia as igrejas querem usar diversas estratégias, para ganhar alguém pra Cristo precisamos de tantas coisas, precisamos da mídia, de um palco... Mas a bília ensina que só precisamos viver a palavra de Deus diariamente e assim pregamos a todos, pois "acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar". É o próprio Deus quem acrescenta à igreja aqueles que Ele deseja salvar! 

Isso é igreja apostólica! 

Algumas igrejas não tem o princípio de ser uma igreja apostólica, mas de ter um apóstolo ou um que diz ser apóstolo na igreja, porém estão totalmente longe de seguir a doutrina dos verdadeiros apóstolos. 

Ser apostólico não é ter uma igreja com nome de apostólica, ou ter um apóstolo; é perseverar na doutrina dos apóstolos, é seguir fielmente o que Cristo ensinou, não fazendo nada escondido da igreja, prestando contas aos membros, assim como aconteceu quando tiveram problemas, fizeram um concílio em Jerusalém, com todos os apóstolos e presbíteros, e ainda enviaram cartas às igrejas prestando contas do que foi decidido na reunião. (Atos 15). 

É muito importante conhecer a palavra de Deus para não crer na mentira. Não existe igreja apostólica sem essas características! 


15 maio 2012

Devocional - Ester 1.10-18


"E ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete camareiros que serviam na presença do rei Assuero, que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua beleza, porque era formosa à vista. Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros; assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira (...) Então disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: Não somente contra o rei pecou a rainha Vasti, porém também contra todos os príncipes, e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que aos seus olhos desprezarão a seus maridos quando ouvirem dizer: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não veio. E neste mesmo dia as senhoras da Pérsia e da Média ouvindo o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e assim haverá muito desprezo e indignação." Ester 1:10-12 e 16-18

Vasti era a rainha, esposa do rei Assuero, e era muito formosa. O rei estava oferecendo uma festa para todas as pessoas do seu reino, que não era pequeno. O rei não economizou nessa festa, a bíblia diz que dava-se de beber em copos de ouro, generosamente e o povo bebia sem constrangimento. Ele queria mostrar aos povos o seu reino, o seu palácio, sua glória e toda as suas riquezas. Quando o rei já estava bêbado de vinho, mandou chamar sua rainha Vasti, para mostrar aos príncipes a sua beleza. Imagine você como deve ter sido os elogios que o rei fez sobre a rainha para os príncipes, enquanto a mandava chamar. Eu imagino o rei dizendo: “Vocês precisam conhecer a minha rainha, ela é formosa, perfeita, sem igual. Não existe nenhuma mulher igual a ela. Ela me auxiliou neste banquete. Em todo o reino não existe mulher como ela. Se estão impressionados com a minha riqueza e meu reino, ficaram ainda mais surpresos quando a virem. Mandem chamar minha rainha!” Deve ter sido muito vergonhoso quando os servos vieram dar a notícia de que a rainha havia recusado estar na presença do rei.
Fico imaginando qual o motivo para Vasti ter se recusado a estar com o rei. Nos versículos anteriores vemos que ela também estava oferecendo um banquete para as mulheres (v. 9). Talvez tivesse ficado mais interessada na conversa com as mulheres, ou estivesse ocupada dando atenção a elas. Pode ser que estivesse cansada, estressada, de TPM, não sei. Mas seja qual for o motivo, ela não agradou ao rei. E mais do que isso, ela deixou de cumprir com o seu papel como rainha.

Você tem observado qual é o seu papel? E você tem cumprido com ele?
Muitas vezes estamos cansados, tristes, chateados, ocupados com outras coisas e isso se torna uma desculpa para não fazer aquilo que fomos chamados para fazer!
Muitas vezes esquecemos o nosso papel como esposa, como mãe, como funcionário, como obreiros na casa de Deus, até mesmo como servos de Deus. E quando somos repreendidos, ficamos furiosos, mas isso somente acontece porque estamos constantemente saindo da nossa posição.

O rei se enfureceu com aquela atitude e procurou os sábios do reino, e o conselho que o rei ouviu foi muito interessante: “Não somente contra o rei pecou a rainha Vasti, porém também contra todos os príncipes, e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero.”

Quando não queremos assumir nossa posição e não cumprimos nosso papel estamos pecando. Todo pecado é contra Deus, mesmo que você erre contra seu irmão em Cristo, contra seu marido, contra as leis do país, sempre pecamos contra Deus. Mas isso também influencia a vida de outras pessoas.

Você já parou para meditar em como você influencia as pessoas a sua volta?

Todos nós temos pessoas que olham para nós e seguem nosso exemplo de alguma forma, seja ele um bom ou mal exemplo. As nossas atitudes sempre irão influenciar pessoas, principalmente quando estamos em posição de destaque, e quando digo isso não me refiro somente a pessoas famosas ou pastores, obreiros ou ministros do evangelho, pessoas que estão em evidência. Com certeza essas pessoas são influência para muitos outros, porém cada um de nós influenciamos outras pessoas. Os pais, por exemplo influenciam diretamente os seus filhos, muito mais do que em suas palavras, mas principalmente em suas atitudes dia a dia. Nós, cristão influenciamos os que não conhecem a Cristo, mesmo que em pequenas coisas. Estamos constantemente sendo observados e imitados.

Medite nisso hoje e procure colocar em prática essa palavra em sua vida, consertando os erros e pedindo graça a Deus para prosseguir!

Tenha uma ótima semana

10 maio 2012

Espírito Santo, o melhor amigo de todos!




"E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis."
Romanos 8:26

O melhor amigo que se pode achar no Mundo inteiro Deus nos deu como presente, o Espírito Santo.
Esses dias tenho meditado sobre esta parte de Deus, tão maravilhosa. Deus se divide em três (Pai, Filho e Espírito Santo), pois Ele sabe que nós precisamos receber o seu amor de várias formas:

A primeira é saber que Deus nos ama e que Ele cuida de nós, Ele se preocupa. O Deus criador dos céus e da Terra sabe de tudo o que acontece conosco. É importante para nós saber que Ele criou um plano perfeito e impecável para as nossas vidas. Um Deus que não falha e que não se esquece de nós. Um Deus que nos trata como filhos.

A segunda é saber que Deus nos amou de tal maneira que decidiu se entregar na Cruz para morrer por nós e pagar nossos pecados. É um amor tão ardente, tão intenso. Nós precisamos saber disso, precisamos preencher esta área de nossas vidas, com Jesus, o nosso único e perfeito Salvador. Ele é o amor das nossas vidas, é como um namorado apaixonado que morre de amores pela sua amada.

E a terceira é saber que Deus nos ama e quer ser nosso amigo. Ele quer conversar conosco, ter um relacionamento. O Espírito Santo é esta face de Deus, o amigo, o conselheiro, o consolador, o irmão etc.
 E eu tenho meditado sobre isso, em minha vida, até hoje, não tenho dado o devido valor a esse relacionamento com Deus, ás vezes nós nos distanciamos, nos importamos mais com as coisas deste mundo e nos esquecemos do Amor de Deus. Mas o Espírito, grande amigo que é, não deixa que isso vá longe, Ele insiste em conversar conosco. Ele ora por nós com as palavras que não sabemos usar, ora por aquilo que esquecemos de orar. Ah, o Espírito de Deus é um amigo tão bom, não é mesmo! E é interessante que Deus sabe que nós precisamos de um amigo, Ele sabe que temos dias ruins, dias de infidelidade, dias de insegurança, dias de vergonha, dias de falta de fé e esperança e é nesses dias que Ele vem e nos consola, ao invés de nos condenar Ele nos abraça, Ele mostra que entende a nossa dor.

E é por isso que o nosso melhor amigo se chama Espírito Santo, pois Ele nos ouve quando ninguém mais ouve. Ele nos entende quando o Mundo inteiro aponta o dedo para nós. Por isso, não deixe de ter um relacionamento íntimo com o Espírito de Deus, seja amigo Dele também!



04 maio 2012


Como Morreremos? 
John Blanchard


Dr. John Blanchard é um evangelista, apologista, autor e conferencista. Ele reside em Banstead (Inglaterra). É o autor de inúmeros livros, incluindo "Por que Acreditar na Bíblia", "Em Busca da Paz", "Perguntas Cruciais", publicados pela Editora Fiel e do Best-seller Does God Believe in Atheists?

Woody Allen, o famoso diretor de filmes, roteirista e ator, disse certa vez: "Não tenho medo de morrer. Só não quero estar lá quando isso acontecer". Esta citação incomum é famosa, mas fatalmente defeituosa. Deus tem, em seu calendário, a data da morte de cada pessoa. E não há nada que alguém possa fazer para cancelar ou adiar este compromisso designado por Deus. "Não há nenhum homem que tenha domínio sobre o vento para o reter; nem tampouco tem ele poder sobre o dia da morte" (Ec 8.8).

Para milhões de pessoas ao redor do mundo, a inevitabilidade da morte traz um sentimento de tristeza à vida. Damien Hirst, o artista britânico conhecido internacionalmente (cuja fortuna é estimada em mais de 300 milhões de dólares), disse ao Dayly Telegraph Review: "A morte é definitivamente uma tema em que eu penso todos os dias... Você tenta evitar isso, mas é uma coisa tão grande que você não pode evitar".

A Bíblia fala sobre muitos que, "pelo pavor da morte", estão sujeitos à escravidão por toda a vida" (Hb 2.15). Em casos inumeráveis, as algemas de tais pessoas foram forjadas pelo temor do desconhecido. Como o professor Edgar Andrews disse: "A incerteza gera o temor. E o temor produz escravidão mental, traz infelicidade inescapável à vida e rouba dos homens a paz e a alegria duradouras". No entanto, este cenário preocupante não deve incluir os cristãos, especialmente porque eles têm a segurança de estarem "em Cristo" (2 co 5.17), aquele que realizou o que John Owen chamou de "a morte da morte". Quando temos um entendimento claro do que isso significa, uma expressão resume o modo como devemos nos aproximar da morte inevitável, e essa expressão é com gratidão.

Primeiramente, devemos ser gratos pelo fato de que, na providência e Deus, fomos poupados da morte até que fomos salvos. Uma vez em minha infância e duas vezes em minha adolescência, fui resgatado da morte. Como adolescente, quando eu estava em minha ilha nativa de Guernsey, caí em um enorme barril de água no vinhedo onde meu pai trabalhava e fui salvo somente porque aconteceu que um trabalhador passava por lá no momento da queda. Anos mais tarde, eu nadava à meia-noite nos mares agitados em frente aos rochedos da costa sul da ilha e estava em perigo de afogar-me, quando fui resgatado por um nadador mais forte. Pouco tempo depois, escorreguei enquanto tentava passar por um despenhadeiro; em desespero, minha mão agarrou uma planta bastante forte para segurar-me. Se eu não tivesse sobrevivido nesses três incidentes, não poderia ter escrito este artigo, e meu espírito estaria agora em "abismos de trevas" (2 Pe 2.4), aguardando a sua união com meu corpo ressurreto, para que eu seja lançado, em corpo e alma, no inferno.

Quando os discípulos de Jesus retornaram de uma missão de pregação, regozijando-se com os resultados admiráveis que tinham visto, Jesus lhes disse: "Alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus" (Lc 10.20). À medida que nossa vida terrena prossegue em direção ao seu fim inevitável, devemos ser constantemente gratos pelo fato de "ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.8) e de que Deus nos poupou até que nos trouxe à apropriação da morte e ressurreição de Cristo realizadas em nosso favor.


Segundo, devemos ser gratos porque temos sido preservados. O apóstolo João escreveu com o coração entristecido a respeito daqueles que "saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos" (1 Jo 2.19). Embora fossem membros da igreja organizada e visível, a sua deserção mostrou que eles não tinham parte na promessa de que "aquele que perseverar até o fim será salvo" (Mt 24.13). Quando pensamos em nossa própria vida, levando em conta não somente os muitos "perigos, labutas e armadilhas", do hino de John Newton, mas também dúvidas, temores, provações, tentações, defeitos, fracassos, comprometimento e covardia, bem como as ocasiões em que caímos em algum pecado que nos assediava "tenazmente" (Hb 12.1), quão gratos devemos ser pela bondade e misericórdia de Deus. Quando acrescentamos a solene verdade de que cada um de nós compartilha do testemunho de Paulo no sentido de que "em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum" (Rm 7.18), não importando há quanto tempo somos crentes, temos de considerar como mais do que um pequeno milagre o fato de que temos sido preservados.

Quando visitei a Biblioteca Billy Graham, perto de Charlotte (Carolina do Norte), o item que mais me impressionou foi a lápide de pedra rústica que marca o sepulcro de Ruth Bell Graham, a esposa do evangelista. Ela morreu aos 88 anos, em 14 de junho de 2007. A lápide contém uma aprazível inscrição: "Fim da Construção – Obrigado por Tua Paciência". À medida que nos aproximamos da morte, devemos ser constantemente gratos a Deus por sua paciência e graça sustentadora.

Em terceiro, devemos ser gratos pela promessa do que está adiante. Em abril de 2010, no funeral de Malcom McLaren, empresário da banda de rock Sex Pistols, o seu carro fúnebre estava envolvido com um dos versos de uma das canções da banda: "Muito rápido para viver, muito rápido para morrer". McLaren havia levado uma vida deslumbrante, caótica, glamorosa, agitada e dispendiosa. Atrás do carro fúnebre, uma carruagem que levava os enlutados tinha um sinal que indicava o suposto destino de McLaren: "Lugar Nenhum". Sim, a aniquilação não é mais do que pensamento anelante e não elimina, de modo algum, a terrível verdade de que os ímpios encaram "o castigo eterno" (Mt 25.46). Para os cristãos, a perspectiva é maravilhosamente diferente:

Pense no que estará ausente. "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Ap 21.4). Não haverá mais tentações a enfrentarmos, cargas a levarmos, culpas a lamentarmos, doenças a combatermos, perguntas sem resposta a desconcertar-nos, ignorância a humilhar-nos, desejos insatisfeitos a frustrar-nos. Nada que contaminou e maculou nossa vida na terra estará lá para nos envergonhar. Não haverá arrependimentos, remorsos, pensamentos de coisas passadas, desapontamentos e causas perdidas. E o melhor de tudo é que não haverá o pecado em nós para nos infestar. Como disse J. I. Packer: "Não haverá nenhum pecado no céu, pois aqueles que estão no céu não o terão mais em si para pecarem de alguma maneira". Não é surpreendente que Davi tenha clamado a Deus: "Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11).

Pense nos que estarão presentes. O céu é o lar de "incontáveis hostes de anjos" (Hb 12.22), incluindo querubins, serafins e arcanjos, seres que nunca pecaram e têm louvado e servido a Deus em unidade gloriosa e harmoniosa desde o momento de sua criação. Todo o povo redimido de Deus – uma "grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas" (Ap 7.9) – estará no céu.

E o melhor de tudo é que o nosso Salvador estará lá. Desde que minha querida esposa, Joyce, foi chamada para o lar, no ano passado, tenho permanecido na certeza de que, como a sua lápide afirma, ela está agora "com Cristo, o que é incomparavelmente melhor" (Fp 1.23), compartilhando da inconcebível bem-aventurança desfrutada pelos "espíritos dos justos aperfeiçoados" (Hb 12.23). Um amigo meu, cego desde os 18 anos de idade, gosta de dizer: "A próxima pessoa que verei será Jesus". É impossível imaginar a maravilha do que significará ver a Jesus "como ele é" (1 Jo 3.2). No entanto, no cumprimento do plano de Deus de que seu povo seja conformado "à imagem de seu Filho" (Rm 8.29), a Bíblia mantém uma promessa ainda mais admirável: "Seremos semelhantes a ele" (1 Jo 3.2). Que perspectiva impressionante! Considerando as indicações de João, em 1 João 3, seremos santos como Jesus é santo, seremos justo como ele é justo, seremos puros como ele é puro. Até os crentes mais fracos na terra serão membros gloriosos do que D. L. Moody chamou de "a aristocracia de santidade". Admiravelmente, não nos sentiremos inconvenientes na presença de Cristo.

Ora, como morreremos? Talvez não tenhamos uma jornada fácil pelo "vale da sombra da morte" (Sl 23.4); talvez seja prolongada e dolorosa. Não importando o quanto a nossa paciência (e a nossa fé) seja provada, devemos fazer essa jornada inevitável com gratidão pelo fato de que por meio da insondável graça de Deus fomos salvos da penalidade do pecado, conhecemos a bondade e a misericórdia de Deus em preservar-nos na fé. E podemos estar seguros de que, como escreveu John Bunyan, "a morte é apenas uma passagem de uma prisão para um palácio". Com uma mão trêmula, apenas três dias antes de sua morte, D. Martyn Lloyd-Jones escreveu, em um pedaço de papel, para sua esposa, Bethan, e para sua família: "Não orem por cura. Não me impeçam de ir para a glória". Não há honra para nosso Pai celestial quando relutamos em ir para o lar. Ironicamente, à luz de sua opinião sobre a segurança eterna, John Wesley pôde dizer sobre os seus primeiros metodistas: "Nosso povo morre bem". Se morrermos com um coração grato, faremos o mesmo.

Nota: A esposa de John Blanchard partiu para estar com o Senhor em 17 de fevereiro de 2010

03 maio 2012

Show de Talentos

Qual é o seu talento? Você pode mostra-lo dia 02 de Junho. Música, dança, teatro etc. Não perca!

Para participar é só preencher a ficha de inscrição e enviar para os Organizadores do evento ou mandar via e-mail para edsonnj@hotmail.com


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